Ocorrências com Explosivos - Manual de Treinamento Operacional

1. Introdução
Essa apostila tem por objetivo fornecer conhecimentos básicos sobre os principais explosivos utilizados em atentados terroristas, bem como sobre os procedimentos de segurança que devem ser adotados em casos de ameaça de bomba.

2. Conceitos iniciais
Explosivo - é toda substância que, mediante uma reação química, transforma-se violentamente em gases, produzindo aumento da pressão e grande quantidade de calor. Bomba - é uma carga explosiva habilmente preparada para ser acionada em determinado momento.

3. Principais propriedades dos explosivos
Sensibilidade - facilidade do explosivo em reagir a uma determinada excitação. Velocidade - refere-se ao tempo de decomposição ou reação do explosivo. Potência - capacidade que o explosivo possui de realizar trabalho. Calcula-se em função da quantidade de calor liberado no instante da explosão e da velocidade com que a energia é liberada. Brisância - pressão de detonação ou efeito rompedor do explosivo. Determina a capacidade que o explosivo possui de fragmentar o seu recipiente. Densidade - relação entre a massa e o volume do explosivo. Explosivos mais densos tendem a ter maior sensibilidade e potência. Estabilidade - capacidade que o explosivo possui de conservar as suas características quando armazenado em condições adequadas. Higroscopicidade - capacidade que o explosivo possui de absorver umidade.

4. Classificação geral dos explosivos
Quanto à sua velocidade, os explosivos classificam-se em: Altos explosivos - velocidade de detonação acima de 2000 m/s; Baixos explosivos - velocidade de detonação abaixo de 2000 m/s. Quanto ao seu emprego, os explosivos classificam-se em: Iniciadores - empregados em misturas iniciadoras ou na excitação de cargas explosivas (azida de chumbo, fulminato de mercúrio); Reforçadores (boosters) - atuam como multiplicadores da força entre o iniciador e a carga principal (RDX, Nitropenta);

De ruptura - explosivos de alta potência utilizados como carga principal (TNT).

5. Características gerais dos principais explosivos
Pólvora
É um baixo explosivo ou explosivo deflagrante, estável, explode somente quando confinada. A iniciação ocorre por chama, faísca ou filamento incandescente. A pólvora negra é uma mistura de nitrato de potássio (75%), carvão (15%) e enxofre (10%). A pólvora negra fornece na combustão cerca de 44% de gases e 56% de substâncias sólidas, as quais formam a fumaça após a explosão.

Nitrato de Amônia
É um explosivo intermediário, de uso comercial, encontrado em fertilizantes agrícolas (nitriflex). Quando adicionado ao óleo diesel (anfo) forma um explosivo com velocidade de detonação igual a 3500 m/s. É estável, de forma granulada, necessitando de um detonador para provocar a explosão. A sua fórmula química é NH4NO3.

Nitroglicerina
É um alto explosivo de uso comercial e militar, muito sensível e instável, apresenta-se sob a forma de um líquido viscoso que explode por meio de calor, atrido, eletricidade, etc. A temperatura ideal para o seu armazenamento é de 13º C. É usada principalmente para a fabricação da dinamite.

Dinamite
Em 1867, o sueco Alfred Nobel dessensibillizou com êxito a nitroglicerina, inventando a dinamite. As dinamites são altos explosivos, de uso comercial e militar, estáveis em seu estado normal, mas que tornam-se extremamente perigosos quando em exsudação. Apresentam-se sob a forma de uma massa de cor amarela, encartuchada em papel parafinado (banana). A iniciação ocorre por meio de detonadores (espoletas). As dinamites possuem uma composição variável de acordo com o fabricante, mas os principais compostos são: nitroglicerina, nitrocelulose, nitrato de amônia, carbonato de sódio e material absorvente (serragem). As dinamites militares possuem ainda o RDX (hexogênio) ou a Nitropenta (PETN) em sua formulação. A velocidade de detonação varia de 5000 a 6000 m/s.

RDX
É um alto explosivo utilizado na composição das dinamites militares e de outros explosivos plásticos, como o C-3 e o C-4. Quimicamente, é conhecido como hexahidro 1,3,5 trinitro-s-triazina ou, simplesmente, hexogênio.

Nitropenta
Alto explosivo, designado pela sigla PETN, de uso comercial e militar, é o núcleo branco do cordel detonante que é usado em pedreiras para interligar as cargas de dinamite. É relativamente estável, sendo o cordel impermeável. Possui velocidade de detonação de 6500 m/s e é acionado através de espoleta. Quimicamente falando, é o tetranitrato de pentaeritritol.

TNT
É um alto explosivo de uso militar. Popularmente conhecido como “trotil”, o seu nome químico é trinitrotolueno, apresenta-se sob a forma de blocos ou tabletes de cor amarela, é estável, impermeável e possui velocidade de detonação de 6900 m/s. A iniciação é feita por meio de espoleta ou detonador. É um dos mais seguros explosivos:
Tetril
É um alto explosivo de uso militar, quimicamente conhecido como trinitrofenilmetilnitramina. Bastante empregado em granadas, é estável, impermeável e apresenta-se sob a forma granulada de cor amarela. A sua velocidade de detonação é de 7800 m/s e a iniciação é feita através de espoleta ou detonador:
Composto C-3
Alto explosivo de uso militar com grande potência, é estável e permite ser modelado. De cor amarela-escura, a sua velocidade de detonação é de 7000 m/s. Contém PETN e RDX, e a iniciação é feita por meio de um detonador.

Composto C-4
Alto explosivo de uso militar com grande potência, é menos pegajoso que o C-3, sendo mais facilmente modelado. De cor branca, possui em sua formulação 95% de RDX. A sua velocidade de detonação é de 7900 m/s, sendo a iniciação feita por meio de detonador.

6. Principais mecanismos de acionamento ao se exercer uma força sobre o artefato;
Descompressão - a carga explode ao se aliviar a pressão sobre um objeto;
Tração - a carga explode ao se tencionar um fio ou arame habilmente montado;
Liberação - a carga explode ao se retirar a tensão sobre um fio ou arame;
Elétrico - a carga explode com a passagem ou interrupção da corrente elétrica;
Tempo - a carga explode após certo tempo de espera;
Controle remoto - a carga é acionada por um observador externo;
Eletromagnético - a carga explode por indução magnética;
Térmico - a carga explode ao atingir determinada temperatura;
Fricção - a carga explode ao ser atritada com outro objeto;
Posição - a carga explode ao se mudar o artefato de lugar;
Percussão - a carga explode ao ser impactada por outro objeto;
Célula foto-elétrica - a carga explode com a presença ou ausência de luz;
Freqüência de ondas - a carga explode ao captar ou perder a freqüência;
Reação química - substâncias que reagem entre si provocando a explosão.
7. Detonadores
Cápsulas explosivas não elétricas - Apresentam-se como um pequeno cilindro metálico de alumínio ou cobre com comprimento variável entre 4 e 8 cm, aberto em uma das extremidades para a introdução do estopim, que deve ser bem fixado (com amolzador). Possuem um explosivo bem sensível, geralmente fulminato de mercúrio ou azida de chumbo.
Cápsulas explosivas elétricas - Possuem 2 fios condutores que penetram a cápsula, formando uma ponte, e são mantidos em contato com o explosivo sensível. Com o circuito fechado e com a carga de uma bateria, o filamento se incandesce, causando a detonação.

8. Tipos de explosões (Químicas)
Combustão - a reação ocorre com velocidades inferiores a 100 m/s e há necessidade de oxigênio. Deflagração - a reação ocorre com velocidades entre 100 e 1000 m/s e não há necessidade de oxigênio.
 Detonação - a reação ocorre com velocidades superiores a 1000 m/s e não há necessidade de oxigênio.
9. Efeitos da explosão
Onda positiva (explosão) - é a expansão polidirecional dos gases formando uma região de vácuo no seu interior.
Onda negativa (implosão) - é o preenchimento do vácuo formado pela onda positiva, ocorre quando a força de expansão é menor que a pressão atmosférica. A fase negativa é menos poderosa, porém dura até três vezes mais que a fase positiva da explosão.
Fragmentação - é a decomposição ou desintegração do invólucro do explosivo. A detonação de um alto explosivo resulta em fragmentos de aparência rasgada, esticada e fina, devido ao tremendo calor e pressão produzidos. No caso de baixos explosivos, os fragmentos são de tamanho maior e formatos retorcidos.
Térmico - é a geração de altas temperaturas em conseqüência da explosão, podendo afetar produtos inflamáveis, causando incêndios e novas explosões.
Reflexão - é a mudança de rumo da onda positiva, quando se depara com um objeto que não pode fragmentar. O vidro de uma janela, por exemplo, pode refletir ondas positivas, pois sua velocidade é altíssima, e ela é refletida antes mesmo de danificar a matéria.
Convergência - é a divisão da onda positiva quando ela se encontra com um objeto que não pode fragmentar e que não possua área suficiente para provocar uma reflexão.
Zona de Proteção - é o espaço seguro formado imediatamente após a convergência ou atrás de um anteparo onde a onda positiva sofreu reflexão.
Foco ou Afunilamento - ocorre quando uma carga é detonada dentro de um
cano com diâmetro maior que o dela. A onda de choque irá refletir no anteparo, sofrendo um afunilamento. O mesmo ocorre em corredores, dutos de ventilação, etc.

10. Previsão da distância de fragmentação
Para prever as distâncias de fragmentação resultantes de detonações das superfícies não confinadas (fragmentos adjacentes ao explosivo), multiplica-se a raiz cúbica da massa (em libras) por 100, para obtê-la em metros. Convertendo-se a massa de libras para quilos, obtém-se a seguinte relação:
DF=1,302 x M1/3x 100, onde:
. .
DF: distância prevista de fragmentação (em metros);
M: massa do explosivo (em quilos).

Exemplo: Qual será a distância de fragmentação de uma carga explosiva de 22,5 kg de TNT em detonação ao ar livre?
DF=1,302x(22,5)1/3x100
DF=1,302x2,82x100
DF=367,16 metros
11. Bombas postais
Bombas podem ser fabricadas para a adaptação dentro de pacotes, embrulhos e cartas para despacho através do correio ou mesmo entregues a mão. Tais bombas são preparadas para explodir quando a carta ou pacote for aberto. O formato de tais bombas pode variar, mas pacotes em forma de livros, calendários, álbuns fotográficos e grossas cartas, são os mais freqüentes. A detecção de bombas postais não é difícil, principalmente se algumas precauções forem tomadas. Como são enviadas pelo correio, pode-se concluir que são relativamente seguras ao manuseio. Desta forma, durante a distribuição postal, os objetos suspeitos podem ser colocados em separado, ou seja, as pessoas que recebem a correspondência devem ser treinadas para separar envelopes e embalagens suspeitosamente pesados ou espessos. As indicações de suspeição de um pacote ou carta são as seguintes: Local de origem - inspecione o carimbo do correio ou mesmo do remetente, se houver e for legível. Se o local de origem é pouco usual ou o remetente é desconhecido, tratar como suspeito; Escrita do remetente - observe se apresenta estilo ou caracteres estrangeiros. Envelopes com letras recortadas e coladas são sempre tratados como suspeitos; Peso - envelopes que aparentam estar com excesso de peso em relação ao seu volume, ou ainda cartas com mais de 25 gramas, devem ser tratados como suspeitos; Flexibilidade - se o pacote apresenta ter menor resistência no fundo ou nos lados, trate-o como suspeito; Fio ou arame saliente - mesmo nos melhores dispositivos, um arame pode se soltar e ficar saliente no pacote, denunciando o gatilho da bomba; Orifício - se há um pequeno orifício no pacote, considere-o como suspeito. (o furo pode ser utilizado para se armar o mecanismo depois de se fechar o pacote); Marcas de gordura, graxa ou umidade no envelope - podem ser resultantes da exsudação da substância explosiva; Odor - se o envelope apresenta um odor forte de amêndoas ou mesmo de amoníaco, trate-o como suspeito; Rigidez - apalpando-se o envelope pode-se ter uma indicação de sua rigidez, bem como da dureza dos materiais em seu interior; Espessura - as cartas-bomba são inusitadamente grossas. Cartas com espessura superior a 5 mm devem ser tratadas como suspeitas; Envelope interno - se houver um envelope interno, considerá-lo como muito suspeito; Formato - cuidado com embalagens em forma de livros ou de caixas; Selos ou lacres alterados ou violados - possibilidade de ter sido feita uma substituição de correspondência; Emissão de sons - quando a remessa é feita por um estafeta.

12. Formas de acionamento de bombas postais
Os mecanismos mais usuais de acionamento de uma carta-bomba são os de descompressão e/ou tração (veja o item nº 6). Assim, é razoável supor que uma bomba postal não desengatilhará até que seja aberta. De qualquer forma, não deve ocorrer um manuseio indevido com material considerado suspeito, bem como tentativas de abertura ou neutralização. A neutralização de um artefato explosivo somente deverá ser feita por equipe especializada e com equipamentos apropriados; A constituição básica de uma bomba postal é a seguinte: carga explosiva, espoleta e um isolante; Não tente desativar. Se for possível, faça a remoção do material para um local seguro e proceda a sua destruição; Os locais adequados para o manuseio são a “céu aberto”; Não coloque o material suspeito dentro d'água.

14. Ameaças de bomba
Diante de uma ameaça de bomba por telefone, devemos: Manter a calma; Não fazer alarde; Não liberar funcionários; Analisar a ameaça; Preencher o formulário de ameaça de bomba; Analisar a evacuação; Realizar a busca.

15. Formulário de ameaça de bomba
O formulário de ameaça de bomba deve ser preenchido imediatamente pelo funcionário que recebe a ameaça. Caso a ameaça seja feita por telefone, o funcionário deve procurar observar as características da voz do ameaçador, se ele tem algum sotaque, o modo como ele fala (calmo, irritado, etc), se existe algum som ao fundo, se ele tem um bom domínio da língua e como é a sua dicção (rápida, lenta, gaga, etc).

16. Evacuação
Não resolve o problema; Não oferece segurança; Impossibilita uma busca perfeita; Atinge os objetivos do ameaçador.

17. Busca
A busca é uma técnica operacional utilizada para localizar objetos suspeitos por meio de uma varredura do local. As regras para a realização de uma busca são as seguintes: Usar pelo menos duas pessoas e sinalizar o local percorrido; Não abrir portas, armários ou gavetas sem confirmar previamente a segurança; Não acender ou apagar luzes sem confirmar previamente a segurança; Não usar o elevador sem confirmar previamente a segurança; Procurar por objetos suspeitos (tudo o que for estranho ao local); ATENÇÃO! TUDO PODE SER UMA BOMBA.

18. Equipamentos de busca
Arame; Espelhos; Lanternas; Aparelho de raio X; Detector de metais; Detector de gases (XL-85); Detector de explosivos; Cães farejadores.

19. Técnicas de busca
Busca em linha; Busca em zig-zag; Busca em espiral; Busca em círculos.

20. O que fazer quando localizar um objeto suspeito
Não mexer; Não tocar; Não remover; Evacuar o local em segurança; Isolar a área; Comunicar ao chefe da equipe; Comunicar ao Centro de Controle Operacional; Comunicar ao COPOM; Fazer a identificação do objeto.

21. Identificação de objetos suspeitos
É um objeto estranho ao local? Qual a sua localização exata? Quais são as suas características (forma, peso, volume)? Quem localizou? Como chegou ao local? Há quanto tempo o objeto se encontra naquele lugar? Foi tocado ou movido? Quando e por quem?

22. Plano emergencial
O plano de emergência deve ser treinado e conhecido por todos os funcionários da instituição. Deve-se elaborar uma cartilha contendo todos os procedimentos de segurança que devem ser adotados em casos de ameaça de bomba. Nesta cartilha devem constar os telefones da segurança operacional, dos órgãos de segurança do governo e do esquadrão antibombas.
Os quadros abaixo apresentam os critérios que devem ser avaliados para se determinar se uma ameaça é falsa ou verdadeira e se uma área deve ou não ser evacuada:
Apêndice 1 - Lesões decorrentes de uma explosão

No caso de explosões, deve-se levar em conta que a energia contida no explosivo é convertida em luz, calor e pressão. Assim sendo, a gravidade das lesões depende da força da explosão e da distância em que a vítima se encontrava do material explosivo.
1. Luz: pode causar dano ocular, sendo o primeiro agente a atingir a vítima.

2. Calor: produzido pela combustão do explosivo, é influenciado principalmente pela distância, intensidade e pela existência de barreiras de proteção entre a vítima e a explosão.

3. Ondas de choque: irradiam-se a partir do centro da explosão, causando lesões por três mecanismos:
a) arremessar objetos próximos à área da explosão contra a vítima, podendo ocasionar traumatismos fechados ou abertos.
b) arremesso da própria vítima, que se transforma em um projétil, ferindo-se ao cair ou chocar-se com outros objetos.
c) criação súbita e transitória de um gradiente de pressão entre o ambiente externo e o interior do corpo. Os órgãos mais suscetíveis a esse efeito são os ouvidos e os pulmões. Os tímpanos são forçados para dentro pelo aumento da pressão, podendo se romper. A compressão súbita do tórax pode provocar pneumotórax e hemorragia pulmonar.

Os mecanismos de lesão decorrentes de uma explosão classificam-se em:
1. Primário: deslocamento de ar inicial.
2. Secundário: vítima sendo atingida por material arremessado pela explosão.
3. Terciário: vítima sendo arremessada e atingindo o solo ou outro objeto.
As lesões causadas pelos fatores secundários são semelhantes aos ferimentos produzidos por armas brancas, e as lesões terciárias são parecidas às que surgem em pessoas arremessadas para fora de um automóvel.
As lesões decorrentes do deslocamento inicial do ar são quase que exclusivas dos órgãos que contêm ar. O sistema auditivo geralmente apresenta ruptura das membranas timpânicas. As lesões pulmonares podem incluir pneumotórax, hemorragia parenquimatosa e especialmente ruptura alveolar. A ruptura alveolar pode provocar embolia gasosa, a qual pode manifestar-se na forma de sintomas bizarros no sistema nervoso central. Sempre se deve suspeitar de lesões pulmonares em vítimas de explosão!

Apêndice 2 - Identificação de produtos perigosos

Os produtos perigosos apresentam, em suas embalagens, rótulos de risco padronizados pela Organização das Nações Unidas. É conveniente que o Agente de Segurança conheça esse sistema de classificação para evitar que pessoas não autorizadas transitem com esses produtos pelo interior da empresa.

Tabela com o Número de Classe de Risco (ou subclasse) ONU

Classe 1 - Explosivos.
Subclasse 1.1 - Substâncias e artefatos com risco de explosão em massa.
Subclasse 1.2 - Substâncias e artefatos com risco de projeção.
Subclasse 1.3 - Substâncias e artefatos com risco predominante de fogo.
Subclasse 1.4 - Substâncias e artefatos que não apresentam risco significativo.
Subclasse 1.5 - Substâncias pouco sensíveis.

Classe 2 - Gases comprimidos, liquefeitos, dissolvidos sob pressão ou altamente refrigerados.

Classe 3 - Líquidos inflamáveis.

Casse 4 - Sólidos inflamáveis, substâncias sujeitas à combustão espontânea, substâncias que em contato com a água emitem gases inflamáveis.
Subclasse 4.1 - Sólidos inflamáveis.
Subclasse 4.2 - Substâncias sujeitas a combustão espontânea.
Subclasse 4.3 - Substâncias que, em contato com a água, emitem gases inflamáveis.

Classe 5 - Substâncias oxidantes, peróxidos orgânicos.
Subclasse 5.1 - Substâncias oxidantes.
Subclasse 5.2 - Peróxidos orgânicos.

Classe 6 - Substâncias tóxicas, substâncias infectantes.
Subclasse 6.1 - Substâncias tóxicas.
Subclasse 6.2 - Substâncias infectantes.

Classe 7 - Substâncias radioativas.

Classe 8 - Produtos corrosivos.

Apêndice 3 - Modelo de Formulário de Ameaça de Bomba

Ocorrência de Ameaça de Bomba

Nome de quem recebeu a chamada:
Data:
Hora:

Forma da ameaça:
(telefone) (carta) (bilhete) (e-mail) outros:

Identidade da pessoa que fez a ameaça:
sexo:
idade aproximada:
Características da voz:
(forte) (suave) (aguda) (rouca) (agradável) outras:
Sotaque:
Qual:
Modo como fala:
(calmo) (irritado) (brincalhão) (obsceno) outros:

Sons ao fundo:
(silêncio) (metrô) (aeronaves) (automóveis) (música) (vozes) (animais) outros:

Domínio da língua:
(excelente) (correto) (bom) (pobre) (vulgar)
Dicção:
(rápida) (lenta) (nasal) (gago) (disfarçada)

Pessoa familiarizada com a empresa:
Como descreveu a bomba:
Provável posição da bomba:

Comentários

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