sábado, 8 de junho de 2013

Deputado Federal Claudio Cajado apresentou na terça-feira, 04/06, seu tão aguardado relatório a respeito do Projeto de Lei 3722 de 2012

Como o Deputado já havia sinalizado sua simpatia pelo projeto, estávamos confiantes que ele votaria pela aprovação do PL sem fazer grandes ressalvas e ajustes no texto original, e conforme esperado, o relatório foi pela aprovação. No entanto, surpreendeu a todos o fato de que o relatório praticamente reescreveu o projeto original, desvirtuando-o completamente.
As principais mudanças são as seguintes:
  1. O registro das armas armas, que pela proposta não expiraria nunca, passaria a expirar a cada 5 anos.
  2. O cidadão seguiria podendo comprar armas apenas a partir dos 25 anos de idade. Pela proposta, esta idade seria reduzida para 21 anos.
  3. O porte de arma só poderia ser obtido por quem já possuísse arma por pelo menos 5 anos, o que limitaria que apenas pessoas com mais de 30 anos possam portar armas.
  4. Armas de pressão, Airsoft, e Teasers (armas de choque elétrico) agora devem ser registradas (hoje não há nenhum tipo de registro). A idade mínima para aquisição deste tipo de artefato passa a ser 25 anos (hoje é 18) e cada pessoa só poderia ter até 3 armas deste tipo (hoje não há limite).
  5. O limite de compra de munições passa a ser de 50 por arma e por mês, mas a partir da terceira compra, será obrigatória a entrega dos cartuchos vazios.
  6. Policiais militares, civis e bombeiros militares só terão porte estadual e não poderão levar suas armas caso saiam do estado. O porte de arma civil também seria estadual.
  7. A Polícia Federal continuará responsável por todas as autorizações de compra, registro e portes. A proposta passaria este trabalho para as policias civis dos estados.
  8. Juizes e promotores passariam a poder ter apenas armas de calibre permitido. Hoje eles já têm o direito de possuir armas no calibre .40 (que é restrito).
  9. Fica proibida a comercialização de armas de brinquedo de qualquer tipo.
Estamos profundamente decepcionados com o Deputado Claudio Cajado, que transformou um Projeto de Lei excelente em um novo estatuto do desarmamento - em muitos pontos pior que o atual.
A nós, cabe lutar contra este absurdo. Temos que exigir que o Deputado retire este relatório e atenda a vontade popular, que está manifestada no texto original do PL 3722/12 através do Deputado Rogério Peninha, e na inequívoca participação popular nas urnas em 2005, na enquete na câmara dos deputados e nos canais de contato da casa.
E agora? o que fazer?
É importante manifestar a sua opinião sobre este fato. Para isso, entre em contato com o Deputado Cláudio Cajado através dos seguintes canais:
Não se omita! Não deixe de manifestar sua opinião! Você é peçafundamental da Campanha do Armamento e sem seu apoio, nada mudará.
................................................................
O Defesa.org é preocupado com a sua privacidade e não envia e-mails sem a sua autorização. Caso não queira mais receber os e-mails do Defesa.org, clique no link a seguir: http://www.defesa.org/associados/unsub.php

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Você sabia que tem o direito de ter uma arma em seu local de trabalho?

Confira o que diz a lei 10.826/2003: Art. 5o O certificado de Registro de Arma de Fogo, com validade em todo o território nacional, autoriza o seu proprietário a manter a arma de fogo exclusivamente no interior de sua residência ou domicílio, ou dependência desses, ou, ainda, no seu local de trabalho, desde que seja ele o titular ou o responsável legal pelo estabelecimento ou empresa.


Fonte: Defesa.org

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Primeira marca de maconha dos EUA

SEATTLE, 30 Mai (Reuters) - Um ex-executivo da Microsoft pretende criar a primeira marca nacional norte-americana de maconha, com cânhamo que ele espera importar legalmente do México, e disse que estava dando início ao seu negócio adquirindo farmácias de maconha em três Estados dos Estados Unidos.
Jamen Shively, ex-gerente de estratégia corporativa da Microsoft, disse ver sua empresa com sede em Seattle como líder na venda de maconha para fins recreativos e médicos, assim como a Starbucks é o nome dominante em café
Shively, de 45 anos, cujos seis anos na Microsoft terminaram em 2009, disse que estava atrás de 10 milhões de dólares de investidores para dar início ao negócio.
O uso, venda e posse de maconha continua ilegal nos Estados Unidos sob a lei federal. Dois Estados norte-americanos, no entanto, legalizaram o uso recreativo da maconha e estão entre os 18 Estados que permitem seu uso para fins médicos.
"É um mercado gigante em busca de uma marca", disse Shively sobre a indústria da marijuana. "Ficaríamos felizes se obtivéssemos 40 por cento do mercado mundial."
Um relatório da Organização das Nações Unidas de 2005 estimou que o negócio global da maconha em 142 bilhões de dólares.
Os Estados de Washington e Colorado tornaram-se os primeiros a legalizar a maconha para uso recreativo nos EUA quando os eleitores aprovaram a legalização em novembro.
Shively exibiu seus planos, junto com sua visão para um futuro no qual a maconha será importada do México, em uma conferência no centro de Seattle na quinta-feira.
Ao seu lado estava o ex-presidente mexicano Vicente Fox, conhecido de Shively de longa data e que vem sendo um defensor da descriminalização da maconha. Fox disse que estava ali para apoiar a empresa de Shively, mas que não tinha participação financeira na mesma.
Shively disse à Reuters tem esperança que Fox possa ter papel de consultor em sua empresa, chamada Diego Pellicer em homenagem ao bisavô de Shively, produtor de cânhamo.
A venda de cânhamo ou maconha permanece ilegal em grande parte do mundo, embora países principalmente na Europa e nas Américas tenham descriminalizado a posse de pequenas quantias do produto. Um número maior de países descriminalizou ou legalizou o cânhamo para uso medicinal.
(Por Jonathan Kaminsky)

domingo, 10 de março de 2013

Tributo as motocicletas no PARIS - DAKAR - 1979 - 2008

A qualidade do vídeo não é das melhores, mas vale a pena assistir, são cenas emocionantes que impressionam os apaixonados por motociclismo. Atentem para a suspensão dessas máquinas. Um show!

Vídeo comparativo de motos maxienduro 2011

Um fantástico o vídeo, muito bom mesmo!

As motos pelo que podemos ver são excelentes e, segundo os comentários de um dos pilotos no fim do vídeo, a Transalp e a Teneré 660 foram ótimas surpresas com um desempenho acima do esperado.

Agora, venhamos e convenhamos, os caras são grandes pilotos, fazer o que eles fizeram com as motos e nas condições mostradas, não é para qualquer um, tem que ser um ótimo piloto mesmo.

Segue abaixo o vídeo, enviado pelo Carlos Alexandre, do Origem Moto Clube:

terça-feira, 5 de março de 2013

ONG MEXICANA AFIRMA QUE NÃO EXISTE RELAÇÃO ENTRE POSSE LEGAL DE ARMAS E VIOLÊNCIA


A ONG mexicana Conselho Cidadão para Segurança Pública e Justiça Penal divulgou em janeiro deste ano uma extensa pesquisa sobre violência. Embora logo em suas segunda página afirme que não há relação entre a posse e o porte de legal de armas de fogo e a violência, a imprensa, quase em sua totalidade, simplesmente não tocou neste ponto.
 
A exceção foi o jornal O Estado de São Paulo que através de seu colunista Mac Margolis trouxe isso à tona (http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,chacina-a-latino-americana-,997919,0.htm).
 
Abaixo o trecho que fala do assunto em seu original:
 
“La posesión y portación de armas y su uso, que es parte del derecho fundamental de todo individuo a la autodefensa (cuando en un momento y lugar concretos no esté la policía para protegerlo), no es la causa de la violencia. En México la portación de armas está prohibida y la posesión muy restringida, sin ello haya impedido la escalada de violencia de los últimos años. En países con menos restricciones a las armas hay mucha menor violencia que en otros donde prevalecen las prohibiciones y las restricciones. 
 
Las prohibiciones y el “desarme” no detienen a los delincuentes violentos que siempre tienen forma de obtener armas. Las prohibiciones sólo desarman a las personas inocentes y las dejan más inermes ante los criminales.
 
El siguiente paso en la política de desarme, una vez establecidas las prohibiciones, son las requisas masivas de hogares, centros de trabajos y vehículos, propias de los Estados totalitarios y genocidas."
 
Veja a íntegra desta pesquisa aqui: http://www.mvb.org.br/userfiles/pesquisa_ong_mexico.pdf