sexta-feira, 31 de maio de 2013

Primeira marca de maconha dos EUA

SEATTLE, 30 Mai (Reuters) - Um ex-executivo da Microsoft pretende criar a primeira marca nacional norte-americana de maconha, com cânhamo que ele espera importar legalmente do México, e disse que estava dando início ao seu negócio adquirindo farmácias de maconha em três Estados dos Estados Unidos.
Jamen Shively, ex-gerente de estratégia corporativa da Microsoft, disse ver sua empresa com sede em Seattle como líder na venda de maconha para fins recreativos e médicos, assim como a Starbucks é o nome dominante em café
Shively, de 45 anos, cujos seis anos na Microsoft terminaram em 2009, disse que estava atrás de 10 milhões de dólares de investidores para dar início ao negócio.
O uso, venda e posse de maconha continua ilegal nos Estados Unidos sob a lei federal. Dois Estados norte-americanos, no entanto, legalizaram o uso recreativo da maconha e estão entre os 18 Estados que permitem seu uso para fins médicos.
"É um mercado gigante em busca de uma marca", disse Shively sobre a indústria da marijuana. "Ficaríamos felizes se obtivéssemos 40 por cento do mercado mundial."
Um relatório da Organização das Nações Unidas de 2005 estimou que o negócio global da maconha em 142 bilhões de dólares.
Os Estados de Washington e Colorado tornaram-se os primeiros a legalizar a maconha para uso recreativo nos EUA quando os eleitores aprovaram a legalização em novembro.
Shively exibiu seus planos, junto com sua visão para um futuro no qual a maconha será importada do México, em uma conferência no centro de Seattle na quinta-feira.
Ao seu lado estava o ex-presidente mexicano Vicente Fox, conhecido de Shively de longa data e que vem sendo um defensor da descriminalização da maconha. Fox disse que estava ali para apoiar a empresa de Shively, mas que não tinha participação financeira na mesma.
Shively disse à Reuters tem esperança que Fox possa ter papel de consultor em sua empresa, chamada Diego Pellicer em homenagem ao bisavô de Shively, produtor de cânhamo.
A venda de cânhamo ou maconha permanece ilegal em grande parte do mundo, embora países principalmente na Europa e nas Américas tenham descriminalizado a posse de pequenas quantias do produto. Um número maior de países descriminalizou ou legalizou o cânhamo para uso medicinal.
(Por Jonathan Kaminsky)

domingo, 10 de março de 2013

Tributo as motocicletas no PARIS - DAKAR - 1979 - 2008

A qualidade do vídeo não é das melhores, mas vale a pena assistir, são cenas emocionantes que impressionam os apaixonados por motociclismo. Atentem para a suspensão dessas máquinas. Um show!

Vídeo comparativo de motos maxienduro 2011

Um fantástico o vídeo, muito bom mesmo!

As motos pelo que podemos ver são excelentes e, segundo os comentários de um dos pilotos no fim do vídeo, a Transalp e a Teneré 660 foram ótimas surpresas com um desempenho acima do esperado.

Agora, venhamos e convenhamos, os caras são grandes pilotos, fazer o que eles fizeram com as motos e nas condições mostradas, não é para qualquer um, tem que ser um ótimo piloto mesmo.

Segue abaixo o vídeo, enviado pelo Carlos Alexandre, do Origem Moto Clube:

terça-feira, 5 de março de 2013

ONG MEXICANA AFIRMA QUE NÃO EXISTE RELAÇÃO ENTRE POSSE LEGAL DE ARMAS E VIOLÊNCIA


A ONG mexicana Conselho Cidadão para Segurança Pública e Justiça Penal divulgou em janeiro deste ano uma extensa pesquisa sobre violência. Embora logo em suas segunda página afirme que não há relação entre a posse e o porte de legal de armas de fogo e a violência, a imprensa, quase em sua totalidade, simplesmente não tocou neste ponto.
 
A exceção foi o jornal O Estado de São Paulo que através de seu colunista Mac Margolis trouxe isso à tona (http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,chacina-a-latino-americana-,997919,0.htm).
 
Abaixo o trecho que fala do assunto em seu original:
 
“La posesión y portación de armas y su uso, que es parte del derecho fundamental de todo individuo a la autodefensa (cuando en un momento y lugar concretos no esté la policía para protegerlo), no es la causa de la violencia. En México la portación de armas está prohibida y la posesión muy restringida, sin ello haya impedido la escalada de violencia de los últimos años. En países con menos restricciones a las armas hay mucha menor violencia que en otros donde prevalecen las prohibiciones y las restricciones. 
 
Las prohibiciones y el “desarme” no detienen a los delincuentes violentos que siempre tienen forma de obtener armas. Las prohibiciones sólo desarman a las personas inocentes y las dejan más inermes ante los criminales.
 
El siguiente paso en la política de desarme, una vez establecidas las prohibiciones, son las requisas masivas de hogares, centros de trabajos y vehículos, propias de los Estados totalitarios y genocidas."
 
Veja a íntegra desta pesquisa aqui: http://www.mvb.org.br/userfiles/pesquisa_ong_mexico.pdf

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

UFU: muro derrubado por chuva é reparado

Para assistir ao vídeo, copie o link abaixo e cole no seu navegador:

http://tvparanaiba.portalp10.com.br/player.php?id=14443