segunda-feira, 30 de abril de 2012

10° BARRETOS MOTORCYCLES

A festa começou no dia 27 e foi até o dia 29 de abril. Saí de Uberlândia, juntamente com o Wender, as 14 horas da sexta-feira 27 e as 18 horas já estávamos fazendo nosso cadastramento.

Optamos por ficar na área de acampamento vip, pois nos disseram que era um pouco mais seguro que no camping livre. Logo armamos as barracas ao lado de um casal de Catalão, de dois rapazes que também foram aqui de Uberlândia, de  uma turma de Monte Alto e outra de Belo Horizonte, do M.C. Dinossaurus. Todos super gente boa!

Abaixo algumas fotos:

Local de credenciamento, logo na chegada ao parque de exposições

Local onde acampamos:


Foto com os dois amigos aqui de Uberlândia


Noite de sexta-feira no evento e no show da banda Sambô
No sábado, logo pela manhã, uma carreta estava se preparando para descer esse triciclo gigantesco no parque de exposição, a máquina com motor de caminhão fez um enorme sucesso e também deu muito trabalho para transitar em meio as motocicletas que estavam estacionadas e também as que estavam circulando dentro do parque. Mas dava gosto de ver esse "triciclão" se movimentando.
Logo após o passeio, em comitiva, pela cidade, fomos participar da missa dos motociclistas, celebrada especialmente para homenagear o evento.

Quando voltamos da missa, parei para cumprimentar esse amigo do Mato Grosso do Sul, e acabei me deparando com o Derick e o Wagner, que acabavam de chegar, um de Uberlândia e o outro de São Paulo. Tremenda coincidência.
Nessa foto, Eu, Wagner e Wender
Enquanto aguardava o início do show do Titãs, olha só o Triciclão circulando em meio as motos

 Show do Titãs. DEMAIS!!!

Assim que terminou o show, fomos dormir e, no domingo logo cedo, desfizemos o acampamento e viemos embora, debaixo de uma chuva forte e que durou até chegarmos na cidade do Prata. 

A festa foi muito boa e todos ficaram satisfeitos, principalmente Wender, já que foi a primeira vez que esteva no encontro de motociclistas de Barretos.

Ano que vem tem mais!

Para quem quiser saber mais sobre o evento, acesse: http://www.independentes.com.br/motorcycles/

segunda-feira, 23 de abril de 2012

ANIVERSÁRIO DO MC ALCATÉIA EM UBERABA

Foi uma festa muito boa, nós, de Uberlândia, fomos muito bem recebidos, independentemente do moto clube. Alguns colegas inclusive passaram a noite de sábado para domingo, acampados lá mesmo, na chácara. Houve churrasco e almoço, tudo 0800, apenas refrigerante e cerveja foram comercializados.

No próximo ano, com certeza estaremos lá novamente!

Chegada ao evento:

Aqui, já estávamos voltando para Uberlândia:

sexta-feira, 20 de abril de 2012

20 de abril de 1962: Darcy Ribeiro se une aos operários a um dia da fundação

Reitor da Universidade foi flagrado em plena madrugada de sexta-feira entre os trabalhadores que corriam contra o tempo para finalizar obras do novo campus
João Campos - Da Secretaria de Comunicação da UnB
Enviado por: Renato - UFRRJ 

Vinte de abril de 1962, um dia antes da inauguração da UnB, uma hora da manhã. Um homem caminha entre operários, arquitetos e engenheiros que trabalham febrilmente para entregar as obras do campus na data prevista. É Darcy Ribeiro, antropólogo e educador que, aos 39 anos, recebeu do presidente JK a missão de construir um novo conceito de universidade na jovem capital. “Revivemos ali os tempos heróicos do pioneirismo de Brasília”, dizia nota do dia na imprensa local. 

Naquela madrugada, Darcy não estava apenas acompanhando os últimos detalhes de sua obra. Também admirava a espécie de mágica que aqueles operários, sob o comando de sua equipe, haviam realizado em 50 dias: entregaram seis prédios prontos para a fundação da Universidade. Entre eles, o bloco central (hoje Faculdade de Educação), dois blocos de residência para professores e alunos, um prédio para a administração e o auditório Dois Candangos, com capacidade para 250 pessoas. 

O auditório – que homenageia a dupla de operários que morreu soterrada em 5 de abril de 1962 – ficou pronto apenas 20 minutos antes da cerimônia de 21 de abril. “Juntei-me aos operários para apertar os parafusos das cadeiras que receberiam os convidados para a inauguração. Trabalhávamos com prazos inimagináveis para um padrão normal de obra. Foi o maior desafio da minha vida como profissional”, avalia o engenheiro civil Felix de Almeida, responsável por erguer o auditório em 59 dias.

O embalo dos trabalhos no campus naquela sexta-feira inspirou um jornalista a contar a inusitada situação de uma firma contratada que, no dia 20, enviou os tapetes para o revestimento de uma das salas. Ao procurar o engenheiro para saber onde seria colocada peça, o entregador, espantado com o estado do local, ouviu: “O senhor espera um momento que estamos concluindo a parede”. Naquele lugar, depois de sessenta dias de fincada primeira estaca, alunos teriam aula na segunda-feira seguinte.

Tão grande quanto o empenho dos operários que pouco a pouco davam forma para UnB eram os planos de Darcy para ver a cria se expandir logo em seus primeiros anos de vida. Em declaração à imprensa naquela sexta-feira, o reitor afirmou que a UnB “não funcionará apenas para dentro, para seus alunos”. Durante a noite, o campus abriria as portas para comunidade, com cursos de música – com o maestro Cláudio Santoro – de cinema e um exclusivo sobre os “problemas brasileiros”.

Darcy queria sempre mais para a UnB. Nessa mesma declaração, estampada na página sete da edição do dia do Correio Braziliense, ele afirmava que, em dois anos, a Universidade que abria as portas com 413 alunos matriculados teria dois mil estudantes em suas salas de aula. “Darcy era uma pessoa extraordinariamente rara. Ele começava a conversar e em pouco tempo você concordava com qualquer coisa que ele dissesse, por mais louca que parecesse”, conta o fotógrafo e pioneiro Luiz Humberto.